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19/03/13 - 11h03 -
Ministra da Secretaria de Direitos Humanos vai a MG acompanhar caso de jornalista assassinado


A titular da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Maria do Rosário, chega na tarde de hoje (19.mar.2013) a Ipatinga (MG) para acompanhar a apuração do assassinato do jornalista Rodrigo Neto de Faria. No último dia 8, Neto foi atingido com dois tiros, disparados por dois homens que estavam em uma moto.

Maria do Rosário se reunirá com o delegado José Walter Mota Mattos, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa de Belo Horizonte, responsável pelo caso desde 12 de março. A ministra quer saber o andamento das investigações, que correm em sigilo, e mostrar o interesse da secretaria na solução do caso. A possível relação do crime com a atuação do jornalista na cobertura policial da região será questionada na reunião.

De acordo com o Jornal Vale do Aço, onde Rodrigo Neto trabalhava, a visita de Maria do Rosário atende a pedido do presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, deputado Durval Ângelo (PT). Representantes do Sindicato dos Jornalistas do estado, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e do Conselho Nacional de Direitos Humanos também estarão em Ipatinga.

A morte de Rodrigo Neto já é a segunda contabilizada em 2013. No final de fevereiro, o radialista Mafaldo Bezerra Goes - também dedicado à cobertura policial - foi executado em Jaguaribe, interior do Ceará.

Ameaças

O jornalista sofria ameaças que acreditava serem motivadas por sua atividade profissional. O titular da Promotoria de Execução Penal Bruno César Medeiros Jardini confirmou ao Jornal Vale do Aço que Neto procurou o órgão para denunciá-las. O antecessor de Jardini no cargo, César Augusto dos Santos, encaminhou o caso para as polícias militar e civil.

Grupo de trabalho

Em outubro do ano passado, a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República criou um grupo de trabalho para discutir iniciativas de combate à violência contra jornalistas e outros profissionais de comunicação. Além de representantes do poder público, o grupo é composto por membros de grupos da sociedade civil como a Abraji, a Associação Brasileira de Imprensa (ABI), Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Associação Nacional de Jornais (ANJ) e outros.

O grupo tem duração prevista de 180 dias, prorrogáveis por mais 180. A abertura dos trabalhos do GT aconteceu em fevereiro deste ano, e a próxima reunião está agendada para 10 de abril.

 


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