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23/05/13 - 16h54 - Cleyton Vilarino
Palestrante do 7º Congresso volta a receber ameaças na fronteira Brasil-Paraguai


O jornalista Cándido Figueiredo, correspondente do jornal ABC Color na fronteira entre o Mato Grosso do Sul e o Paraguai, voltou a receber ameaças de morte recentemente devido ao seu trabalho. As ameaças começaram depois que o repórter noticiou a possível ligação da morte de um fotógrafo do departamento de imprensa do governo equatoriano com uma disputa política entre o senador Roberto Acevedo e o deputado Pedro Gonzalez, ambos do Partido Liberal Radical Autêntico (PLRA).

Segundo Cándido, uma reportagem em que uma testemunha responsabilizou diretamente o senador Acevedo de ser o mandante do crime incomodou o parlamentar. Roberto Acevedo possui uma estação de rádio e passou a usar seu programa para se defender, atacando seus críticos e opositores (entre eles, o jornalista).

“Assim que  eu  fiz várias matérias e apontei que tudo [assassinato do fotógrafo] se  originou na briga dos dois políticos, e  citei que eles são os responsáveis diretos do ambiente hostil que estamos passando, ele começou a me agredir na rádio por vários dias. Até hoje ele me dedica horas porque não gostou das minhas matérias”, afirmou o jornalista por e-mail há cerca de duas semanas para a Abraji.

As ameaças são recebidas pelo jornalista em seu telefone celular pessoal. Durante as ligações, alguém afirma que ele “não vai durar muito tempo”, além de fazer ofensas sobre sua vida pessoal. “A situação está tensa ao ponto  de  a minha segurança ser reforçada e já faz duas semanas que não saio de casa”, contou Cándido na mesma mensagem.

A situação não é novidade para o jornalista. Ele esteve no 7º Congresso da Abraji para falar sobre a investigação jornalística na fronteira do centro-sul do Brasil. Em janeiro de 2012, foi informado por agentes do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público de Mato Grosso do Sul, de que traficantes de drogas que atuam na região da fronteira entre Brasil e Paraguai planejavam matá-lo. Desde então, o jornalista vive sob ameaças do tráfico.


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