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23/07/13 - 17h17 - Cleyton Vilarino
Polícia Civil de MG apresenta resultado das investigações de assassinatos de jornalistas no Vale do Aço


Atualizado em 25 de julho de 2013, com informações do Estado de Minas

A Polícia Cilvil de Minas gerais divulgou nesta terça-feira (23.jul.2013) o resultado das investigações sobre o assassinato dos jornalistas Rodrigo Neto e Walgney Carvalho na região do Vale do Aço. Neto foi assassinado em março deste ano quando saía de um bar no bairro de Canaã em Ipatinga. Dois homens armados em uma moto dispararam três vezes contra Neto, dois tiros o acertaram. Pouco mais de um mês depois, em 14 de abril, o fotógrafo Walgney Carvalho, colega de trabalho de Neto,foi assassinado em circunstâncias parecidas. O motivo da morte de Walgney teria sido queima de arquivo, segundo as investigações.

Após o episódio, Walgney passou a fazer constantes comentários de que “sabia quem eram os assassinos de Rodrigo Neto” e que “o crime nunca seria solucionado”. Os comentários eram feitos inclusive após ouso de bebidas alcoólicas em bares ou festas públicas.

O primeiro suspeito preso foi Francisco Miranda Rezende Filho. As informações da Polícia Civil indicavam que a arma usada no crime poderia estar na loja de móveis de Francisco em Ipatinga. Após cumprimento de um mandado de busca e apreensão, armas e munições foram encontradas com Francisco, que foi preso em flagrante pelos crimes de porte ilegal de armas e munições de uso restrito. Ele encontra-se preso preventivamente no CERESP (Centro De Remanejamento Do Sistema Prisional) de Ipatinga desde o dia 18 de junho.

Em 19.jun.2013, foram presos Alessandro Neves Augusto(conhecido como Pitote) e o policial civil Lúcio Lírio Leal, ambos suspeitos de serem os autores do assassinato de Rodrigo Neto. Pitote foi preso em flagrante por porte ilegal de arma e uso de documento falso e Lúcio foi preso em flagrante com uma pick-up roubada e clonada usada no dia do assassinato de Rodrigo Neto.

Já a investigação da autoria do assassinato de Walgney apontou Pitote como autor dos disparos apóso laudo balístico elaborado pelo Instituto de Criminalística da Polícia Civil. O documento aponta que os projéteis recuperados no corpo do fotógrafo teriam saído da mesma arma de fogo que matou Rodrigo Neto.

De acordo com a Polícia Civil,as investigações continuam a fim de esclarecer detalhes da motivação do crime e a possibilidade de um terceiro envolvido nos assassinatos.

As investigações

De acordo com o balanço divulgado, a Polícia chegou a trabalhar com a hipótese de Walgney ser o mandante do crime que matou Rodrigo Neto. As investigações basearam-se em comentários suspeitos de Walgney que davam detalhes do assassinato e na sua substituição por Rodrigo Neto no cargo de Repórter Policial em um jornal da região, fato que foi publicamente criticado por Walgney.Um mandado de busca e apreensão chegou a ser cumprido na casa do fotógrafo, mas nada foi encontrado.

Prováveis mandantes

Por causa da relação de Pitote com os quatro policiais presos, suspeita-se que eles possam ter sido os mandantes da morte de Rodrigo Neto. Walgney Carvalho teria sido morto posteriormente por ter dito a amigos e escrito nas redes socais que sabia quem era o assassino do repórter. Como Pitote era seu amigo numa dessas redes sociais, foi fácil rastrear o fotógrafo e eliminá-lo. A moto encontrada com o pistoleiro também aparece em fotografias postadas na página eletrônica do suspeito, onde aparece com o codinome Alessandro Blindado e diz trabalhar na “Empresa do Silêncio”. A motocicleta seria de um amigo e teria sido devolvida dias antes da prisão toda suja de terra. “Estava suja porque o Walgney havia postado na rede social que iria para uma festa numa fazenda. O Pitote foi lá para matá-lo, mas o fotógrafo acabou não indo. Pouco tempo depois, o Walgney postou dizendo que ia para o pesque e pague. Foi quando Pitote conseguiu assassiná-lo”, disse o delegado da força-tarefa.

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